Mulheres são maioria do eleitorado. Em meio a polêmicas envolvendo Michelle e Flávio Bolsonaro, pré-candidatos passaram a reforçar discursos sobre o tema. Veja o que dizem hoje, o que já disseram antes e quais propostas apresentam
A disputa pelo Palácio do Planalto em 2026 tem colocado o eleitorado feminino no centro das estratégias dos pré-candidatos à Presidência. Em meio a polêmicas recentes na pré-campanha, nomes da direita e da esquerda passaram a reforçar discursos e promessas direcionadas às mulheres, grupo que representa a maioria do eleitorado brasileiro.
Dados da Justiça Eleitoral mostram que as mulheres correspondem a cerca de 53% dos eleitores aptos a votar, fator que tem levado candidatos a ampliar propostas ligadas à segurança, combate à violência doméstica, igualdade salarial e políticas sociais voltadas às famílias.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem reforçado pautas ligadas ao enfrentamento da violência contra a mulher e à ampliação da participação feminina na política. Já nomes da direita, como Flávio Bolsonaro e Romeu Zema, também passaram a destacar propostas voltadas à proteção das mulheres e ao endurecimento de penas contra agressores.
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Nos bastidores, analistas avaliam que a movimentação ganhou força após declarações e episódios recentes envolvendo figuras políticas que geraram repercussão entre eleitoras, aumentando a pressão para que campanhas tratem o tema com mais atenção.
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Especialistas apontam que conquistar o voto feminino pode ser decisivo para definir o rumo da eleição, especialmente em um cenário de forte polarização e disputa acirrada entre os principais grupos políticos do país.