Condição altera o controle da glicose no sangue e pode ser revertida com mudanças no estilo de vida
A pré-diabetes é uma condição silenciosa que afeta milhões de pessoas e muitas vezes não apresenta sintomas. Ela ocorre quando os níveis de açúcar no sangue estão acima do normal, mas ainda não são suficientes para caracterizar o diabetes tipo 2.
Segundo especialistas citados pelo site Infobae, o diagnóstico precoce é essencial, pois permite interromper ou retardar a evolução da doença com mudanças no estilo de vida.
A condição está associada à resistência à insulina, quando o organismo passa a ter dificuldade para utilizar o hormônio responsável por controlar a glicose no sangue, fazendo com que o açúcar se acumule na corrente sanguínea.
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Entre os principais fatores de risco estão excesso de peso, sedentarismo, histórico familiar, pressão alta, colesterol alterado e idade avançada. Mulheres que tiveram diabetes gestacional também têm maior chance de desenvolver o problema.
Na maioria dos casos, a pré-diabetes não apresenta sintomas claros, o que reforça a importância de exames de rotina. Em algumas situações, pode haver escurecimento da pele em regiões como pescoço e axilas, sinal de resistência à insulina.
O diagnóstico é feito por exames de sangue, como a hemoglobina glicada (HbA1c), que avalia a média da glicose nos últimos meses.
Especialistas destacam que a evolução para o diabetes tipo 2 pode ser evitada com alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos, controle do peso e abandono do tabagismo. Pequenas mudanças já são capazes de melhorar a sensibilidade à insulina e reduzir riscos.
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Além disso, estudos indicam que a pré-diabetes já está associada a maior risco cardiovascular, o que reforça a importância da prevenção e do acompanhamento médico contínuo.