Índice da FAO aponta queda puxada por açúcar, cereais e laticínios, apesar da alta dos óleos vegetais e das carnes
O aumento no preço dos alimentos continua pressionando o orçamento das famílias brasileiras, com produtos essenciais ficando cada vez mais caros nos supermercados, feiras e açougues.
Entre os itens que mais pesaram no bolso dos consumidores estão carnes, café, ovos, frutas e hortaliças. Especialistas apontam que fatores como clima, custos de produção, transporte e oscilações no mercado internacional ajudam a explicar a alta nos preços.
Segundo economistas, mesmo quando alguns produtos registram queda pontual, o custo da alimentação segue elevado porque os reajustes acabam se espalhando por diferentes categorias ao mesmo tempo. Isso dificulta que o consumidor encontre alternativas mais baratas para equilibrar o orçamento.
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O cenário preocupa principalmente famílias de baixa renda, que destinam uma parcela maior do salário para alimentação. Em muitos lares, a alta dos preços tem forçado mudanças nos hábitos de consumo, com substituição de produtos ou redução na quantidade comprada.
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Analistas avaliam que a inflação dos alimentos continua sendo um dos principais desafios para o poder de compra dos brasileiros, especialmente em um momento em que despesas essenciais seguem consumindo grande parte da renda mensal.