Nesta quarta-feira (9), começa o prazo para candidatos, partidos, federações e coligações apresentarem à Justiça Eleitoral a prestação de contas parcial da campanha eleitoral
Os principais candidatos à Presidência da República já declararam cerca de R$ 74 milhões em gastos de campanha nas eleições de 2026. As despesas incluem publicidade, marketing digital, produção de conteúdo, serviços jurídicos, transporte aéreo e materiais de campanha. Nesta quarta-feira (9), começa o prazo para a entrega da prestação de contas parcial à Justiça Eleitoral.
Flávio Bolsonaro (PL) lidera com R$ 49,5 milhões, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com R$ 20,9 milhões, e Romeu Zema (Novo), com R$ 2,6 milhões. Renan Santos (Missão) declarou R$ 644,6 mil. Na outra ponta, Lula (PT) informou R$ 100 mil em despesas, enquanto Augusto Cury (Avante) declarou R$ 55,2 mil.
Na campanha de Flávio, os maiores valores estão concentrados em marketing político, estratégia digital, comunicação, serviços jurídicos e fretamento de aeronaves. Entre as principais despesas estão R$ 13,1 milhões para planejamento estratégico e marketing político, R$ 5 milhões para uma produtora de vídeos e R$ 3,7 milhões para a criação de um canal no YouTube com programação voltada à candidatura.
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Caiado concentrou cerca de R$ 20 milhões em uma única empresa de marketing digital e produção de propaganda para rádio e televisão. Zema, por sua vez, direcionou grande parte dos R$ 2,6 milhões declarados para comunicação digital, produção audiovisual e assessoria de imprensa. Renan Santos teve como principais despesas materiais gráficos, serviços jurídicos e transporte.
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O teto de gastos para a Presidência é de R$ 88,9 milhões no primeiro turno e R$ 44,5 milhões no segundo, podendo chegar a aproximadamente R$ 133,4 milhões para quem disputar as duas etapas. Os valores declarados ainda podem aumentar à medida que as campanhas atualizem as informações na plataforma da Justiça Eleitoral.