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Presidente do Irã diz que vingança é ''dever e direito legítimo'' do país
Foto: Reprodução

Vale destacar que um apresentador da televisão estatal iraniana anunciou hoje, por volta das 5h00 no horário local (1h30 em Lisboa), em lágrimas

Opresidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou neste domingo que a vingança pela morte do líder supremo, Ali Khamenei, e de vários líderes políticos e militares da República Islâmica é um “dever e um direito legítimo” do país.

 

“A República Islâmica do Irã considera que buscar justiça e punir os responsáveis e aqueles que ordenaram este crime histórico é seu dever e um direito legítimo, e dedicará todas as suas forças para cumprir essa grande responsabilidade e obrigação”, declarou Pezeshkian, em um comunicado citado pela Al Jazeera.

 

Pezeshkian também afirmou que a morte de Ali Khamenei constitui uma “declaração de guerra contra os muçulmanos e, em particular, contra os xiitas em todo o mundo”, por envolver a “mais alta autoridade política da República Islâmica do Irã e um importante líder do xiismo no mundo”.

 

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Vale destacar que um apresentador da televisão estatal iraniana anunciou hoje, por volta das 5h00 no horário local (1h30 em Lisboa), em lágrimas, a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo da República Islâmica do Irã, que estava no poder havia 36 anos. Antes disso, Donald Trump havia informado, na rede social Truth, que “Khamenei, uma das pessoas mais malignas da história, está morto”. A morte ocorreu após o ataque ao Irã lançado na manhã de sábado pelos Estados Unidos e Israel.

 

Já na manhã deste domingo, o exército de Israel confirmou a morte de Ali Khamenei, anunciando que o líder supremo “foi alvo de uma operação precisa e em larga escala realizada pela Força Aérea Israelense”. A força aérea foi “guiada por informações detalhadas de inteligência”, e Ali Khamenei foi atingido quando “estava em seu complexo de comando central, no coração de Teerã, juntamente com outros altos oficiais”.

 

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Após a morte do líder supremo, o Irã decretou um período de luto de 40 dias, além de sete dias de feriado. Além do líder supremo, Teerã confirmou que também morreram nos ataques o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, major-general Abdorrahim Musaví, o ministro da Defesa, brigadeiro-general Aziz Nasirzadeh, e o secretário do Conselho de Defesa, Ali Shamjani. 

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