Edinho Silva saiu em defesa do correligionário e afirmou que líder do governo no Senado comprovará inocência. Secretário de comunicação do PT destacou relação de Flávio Bolsonaro com ex-dono do Master
O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, saiu em defesa do líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner, após ele ser citado na 9ª fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que investiga um suposto esquema de fraudes e corrupção ligado ao Banco Master.
Segundo as investigações, Wagner teria recebido vantagens indevidas em troca de atuação política no Congresso, incluindo um apartamento em Salvador e valores que chegariam a R$ 3,5 milhões. O senador, no entanto, ainda não se manifestou publicamente sobre as acusações.
Em nota, Edinho afirmou confiar no correligionário e disse que ele “esclarecerá todos os fatos, comprovando sua inocência”. A liderança petista também destacou que o partido apoia as apurações e defende a responsabilização de eventuais envolvidos em irregularidades.
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A bancada do PT no Senado divulgou posicionamento semelhante, reforçando a confiança na trajetória política de Wagner e afirmando que ele prestará todos os esclarecimentos necessários ao longo das investigações.
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O caso gerou repercussão em Brasília e ocorre em meio à pressão política sobre o governo, que acompanha os desdobramentos da operação e avalia possíveis impactos na articulação no Congresso.