Jaques Wagner é líder do governo no Senado e foi alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras ligadas ao Banco Master
Integrantes do Palácio do Planalto e da cúpula do PT esperam que o senador Jaques Wagner faça um gesto político e entregue a liderança do governo no Senado para reduzir o desgaste provocado pelas investigações envolvendo seu nome.
Nos bastidores, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que um eventual afastamento voluntário de Wagner ajudaria a blindar a campanha de reeleição de Lula, evitando que a oposição explore o caso de forma mais intensa durante o período eleitoral.
A preocupação no governo é que as suspeitas ligadas ao caso Banco Master acabem enfraquecendo o discurso petista contra adversários políticos, especialmente em um momento de alta polarização e pré-campanha presidencial.
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Uma ala do PT defende que Wagner se afaste temporariamente da função para preservar o governo e reduzir o impacto político da crise. Apesar disso, a decisão final dependerá de uma conversa direta entre o senador e Lula, que ainda não se manifestou publicamente sobre o assunto.
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Até o momento, Wagner permanece no cargo e seus aliados sustentam que ele não cometeu irregularidades, enquanto o Planalto monitora a repercussão do caso e calcula os possíveis danos eleitorais.