Caso Reag aumenta pressão para que a CPMI sobre irregularidades no Banco Master seja instalada no Congresso Nacional
Após a decisão do Banco Central de colocar em liquidação extrajudicial a Reag Investimentos — instituição financeira envolvida em apurações relacionadas ao Banco Master — parlamentares intensificam a pressão para que o requerimento de criação de uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) seja lido pelo presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP).
O episódio ocorre em meio a desdobramentos da Operação Compliance Zero, que mirou figuras ligadas ao caso e contribuiu para a deterioração da situação da Reag, alvo de investigação da Polícia Federal.
Parlamentares aliados dizem que a proposta será levada para leitura já na primeira semana de fevereiro, com a volta dos trabalhos em Brasília após o recesso legislativo. Essa leitura é o passo formal necessário para que a CPMI possa ser oficialmente instalada e começar a funcionar.
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Segundo o senador Izalci Lucas (PL-DF), a chamada “CPMI do Jordy”, liderada pelo deputado Carlos Jordy (PL-RJ), já teria o número de assinaturas suficientes tanto de deputados quanto de senadores para avançar. A meta agora é convencer o comando do Congresso a colocar o requerimento em pauta.
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Em dezembro, um total de 28 senadores e 177 deputados haviam declarado apoio ao requerimento, mostrando respaldo considerável dentro do Legislativo para apurar supostas irregularidades envolvendo o Banco Master e empresas associadas. A criação da CPMI ocorre em um contexto mais amplo de debates e fiscalizações sobre o sistema financeiro e a atuação das autoridades responsáveis pela supervisão desses grupos, diante das repercussões políticas e econômicas do caso.