Dificuldade persistente de manter ou chegar a uma ereção satisfatória pode anteceder em até três anos eventos graves como infarto e AVC
A dificuldade frequente para manter ou alcançar uma ereção pode ser mais do que um problema sexual. Especialistas alertam que a disfunção erétil pode servir como um importante sinal de alerta para doenças cardiovasculares e diabetes, condições que afetam milhões de homens em todo o mundo.
Segundo médicos, a ereção depende diretamente do fluxo sanguíneo adequado. Quando os vasos sanguíneos começam a apresentar obstruções, endurecimento ou má circulação, o pênis pode ser um dos primeiros órgãos a demonstrar sinais do problema. Isso acontece porque as artérias penianas são menores e mais sensíveis às alterações vasculares.
Entre as doenças mais associadas à disfunção erétil está a doença cardiovascular. Hipertensão arterial, colesterol alto, aterosclerose e problemas no coração podem comprometer a circulação do sangue e dificultar a ereção. Em muitos casos, os sintomas sexuais aparecem anos antes de um infarto ou outro evento cardíaco grave.
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Outra condição frequentemente relacionada é o diabetes. A doença pode causar danos nos nervos e nos vasos sanguíneos responsáveis pelo mecanismo da ereção, aumentando significativamente o risco de impotência sexual. Especialistas afirmam que homens com diabetes descontrolado possuem chances muito maiores de desenvolver o problema.
Além das doenças físicas, fatores emocionais também podem influenciar diretamente no desempenho sexual. Estresse, ansiedade, depressão, cansaço excessivo e insegurança estão entre as principais causas psicológicas da disfunção erétil, especialmente em homens mais jovens.
Especialistas ressaltam ainda que hábitos como tabagismo, sedentarismo, obesidade e consumo excessivo de álcool aumentam os riscos tanto para problemas cardíacos quanto para a saúde sexual. A recomendação é procurar avaliação médica sempre que a dificuldade de ereção se tornar frequente ou persistente.
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Os médicos reforçam que o tratamento depende da causa identificada e pode incluir mudanças no estilo de vida, controle de doenças crônicas, acompanhamento psicológico e uso de medicamentos específicos. Quanto mais cedo o problema for investigado, maiores são as chances de evitar complicações mais graves para a saúde.