Justiça decretou e polícia cumpriu mandado de prisão do professor acusado de abusos sexuais contra seis alunos em Humaitá
O Departamento de Polícia do Interior (DPI), confirmou a prisão de um professor de jiu-jítsu, de 25 anos, por estupro de vulnerável e importunação sexual contra seis alunos, de idades entre 5 e 11 anos. A prisão foi efetuada pela Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Humaitá, distante 590 quilômetros de Manaus.
O delegado-geral adjunto da PC-AM, Guilherme Torres, ressaltou que a instituição tem uma campanha rigorosa contra esse tipo de crime no âmbito esportivo do Amazonas.
“Como parte dessa iniciativa, foi lançado um código de conduta adotado por todas as federações de jiu-jítsu, luta livre e judô e que pode ser acessado no site da Polícia Civil. No documento os pais e responsáveis podem saber quais são as condutas que o professor pode ter ou não com relação ao aluno”, reforçou o delegado.
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Delegado-geral adjunto disse que a PC/AM tem uma
campanha rigorosa contra pedofilia e estupro de vulnerável
O delegado Paulo Mavignier, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), destacou que a prisão é fruto de uma investigação coordenada pela delegada Wagna Costa, titular da DEP de Humaitá, e disse que a divulgação é importante para que outras vítimas possam procurar a delegacia e fazer denúncias para que ele seja responsabilizado na totalidade dos seus crimes.
De acordo com a delegada Wagna Costa, titular da DEP de Humaitá, as investigações iniciaram em janeiro deste ano, quando as mães das vítimas compareceram à delegacia para denunciar o crime.

Delelado e diretor do DPI, Paulo Mavignier, orienta que as pessoas
procurem a delegacia e denunciem para que autores
sejam presos e respondam pelos seus crimes
Segundo elas, os filhos relataram que o professor de jiu-jítsu estava cometendo abusos sexuais no horário em que se reuniam para os treinos na academia de jiu-jítsu, que fica localizada na residência do autor. O homem costumava levar as vítimas para dormir na sua casa também.
As vítimas são do sexo masculino e, inicialmente, foram ouvidas três delas. “Em escuta especializada, os meninos afirmaram que o professor praticava atos libidinosos e pedia que não contassem para ninguém. Além disso, eles apontaram mais duas crianças que também teriam sofrido abusos por parte do autor”, falou a delegada.

Delegada Wagna Costa confirmou que todas as vítimas
do professor de Jiu-jítsu são do sexo masculino (Fotos: Divulgação)
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Ainda segundo a delegada, diante da gravidade dos fatos, foi representada pela prisão preventiva do indivíduo. Ele foi localizado e preso na segunda-feira, 9 no Centro de Humaitá. O homem responderá por estupro de vulnerável e importunação sexual e ficará à disposição do Poder Judiciário.