Uma professora criou um caixa eletrônico fictício dentro de uma escola municipal de Pernambuco para ensinar educação financeira e letramento digital a estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A iniciativa foi desenvolvida pela pedagoga Adelma Barcelos, na Escola Municipal Beatriz Ribeiro, em Água Preta.
A atividade utiliza uma maquete que simula operações bancárias do dia a dia, como saques, transferências via PIX, consulta de saldo, emissão de extrato e compras. A proposta é aproximar os alunos de situações reais e ajudar a reduzir o medo diante do uso da tecnologia.
Durante a dinâmica, os estudantes praticam etapas como inserir cartão, digitar senhas e navegar por telas semelhantes às de caixas eletrônicos verdadeiros. Segundo a professora, o projeto busca tornar o aprendizado mais acessível e incentivar a autonomia dos participantes.
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A iniciativa ganhou destaque nas redes sociais ao mostrar como métodos criativos podem transformar o ensino, principalmente para alunos que tiveram pouco contato com ferramentas digitais.
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Para muitos estudantes da EJA, aprender a utilizar serviços bancários representa um avanço na independência financeira e na participação cidadã, permitindo que realizem tarefas do cotidiano sem depender da ajuda de outras pessoas.
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