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Psiquiatra diz ao júri que comportamento de Jairinho indicava prazer em causar sofrimento a Henry Borel
Foto: Gabriel de Paiva 25/ 05/2026

Julgamento entrou no terceiro dia, nesta quarta-feira, com expectativa de depoimentos técnicos considerados centrais para acusação e defesa

O julgamento do caso Henry Borel teve mais um dia marcado por depoimentos fortes nesta terça-feira (27), no Rio de Janeiro. Durante o júri, um psiquiatra afirmou que o comportamento do ex-vereador Dr. Jairinho indicava “satisfação em causar sofrimento” à criança.

 

Segundo o especialista ouvido pela acusação, as atitudes atribuídas a Jairinho demonstravam traços compatíveis com perversidade e ausência de empatia, especialmente diante das agressões sofridas pelo menino Henry Borel, morto aos 4 anos em 2021.

 

O depoimento ocorreu diante do Tribunal do Júri e foi acompanhado por familiares da vítima, advogados de defesa e representantes do Ministério Público.

 

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Henry morreu após dar entrada em um hospital da Barra da Tijuca com múltiplas lesões pelo corpo. As investigações concluíram que o menino foi vítima de agressões dentro do apartamento onde vivia com a mãe, Monique Medeiros, e Jairinho.

 

A acusação sustenta que Jairinho agredia Henry de forma recorrente e que Monique tinha conhecimento das violências, mas omitia os fatos. Ambos respondem por homicídio triplamente qualificado e tortura.

 

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O caso ganhou repercussão nacional e se tornou um dos crimes contra crianças mais comentados dos últimos anos no Brasil. 

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