Medicamento padronizado à base de Phyllanthus niruri pode ajudar a reduzir a formação e a recorrência de cálculos renais
O Quebra-pedra, planta conhecida cientificamente como Phyllanthus niruri, está em fase de desenvolvimento para se tornar o primeiro fitoterápico padronizado distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com potencial de auxiliar na prevenção e no manejo de cálculos renais, também chamados de pedra nos rins.
A espécie já é tradicionalmente usada na medicina popular e tem sido estudada por pesquisadores da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) para transformar esse uso tradicional em um medicamento seguro e padronizado que possa ser oferecido à população.
Segundo especialistas, o fitoterápico não atua diretamente “quebrando” pedras grandes já formadas, mas pode ajudar a prevenir a formação de cristais que originam cálculos renais e reduzir a recorrência em pacientes que sofrem com o problema repetidas vezes. Também há possibilidade de que facilite a eliminação de fragmentos menores após tratamentos como a litotripsia (técnica que destrói pedras com ondas de choque).
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A padronização do medicamento — em contraste com o uso caseiro de chás — garante controle rigoroso da matéria-prima, dos compostos ativos e da dosagem, o que aumenta a segurança e a previsibilidade do efeito terapêutico.
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Apesar das expectativas, especialistas ressaltam que ainda faltam estudos clínicos maiores e controlados para confirmar definitivamente a eficácia do fitoterápico em humanos, e que ele não substitui tratamentos médicos tradicionais quando necessários.