Embora o vídeo seja de 2020, ele reacendeu o debate sobre o nível de poder bélico dessas organizações criminosas e a capacidade do Estado de enfrentá-las
O que aconteceu no México expõe uma realidade preocupante. Facções que atuam como verdadeiros narcoterroristas desafiam o Estado com estrutura paramilitar, armamento pesado, veículos blindados e organização digna de tropas de guerra. Não se trata de “crime comum”, mas de grupos que exercem domínio territorial e impõem medo pela força.
O vídeo é de 2020, mas voltou a circular porque retrata com precisão o nível de poder bélico que esses cartéis continuam exibindo. A pergunta que fica é simples: dá para tratar organizações assim como se fossem apenas vítimas sociais? Quando o crime é romantizado ou relativizado, quem paga a conta é a população.
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Ignorar o avanço dessas facções ou suavizar sua gravidade pode custar muito caro. Segurança pública exige reconhecer o problema pelo que ele é.
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