A criopreservação de óvulos é realizada em clínicas especializadas e impulsionada principalmente pela combinação entre o adiamento da maternidade e o avanço tecnológico das técnicas
A técnica de congelamento de óvulos, um dos principais métodos de reprodução assistida, tem ganhado cada vez mais destaque no Brasil e no mundo como forma de preservar a fertilidade feminina e adiar a maternidade sem perder chances biológicas de engravidar.
A criopreservação de óvulos é realizada em clínicas especializadas e impulsionada principalmente pela combinação entre o adiamento da maternidade e o avanço tecnológico das técnicas.
Especialistas destacam que não existe um limite rígido de idade ou quantidade de óvulos que podem ser congelados, mas a recomendação médica tradicional é de que o procedimento seja feito antes dos 35 anos, quando a qualidade e quantidade dos óvulos são maiores, o que pode resultar em melhores chances de gravidez no futuro.
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O processo envolve a estimulação ovariana, coleta dos óvulos por meio de punção e, em seguida, a preservação por vitrificação — técnica que minimiza danos às células. Esses óvulos podem ficar armazenados por tempo indeterminado e, quando usados posteriormente, têm chances de sobrevivência bastante altas após o descongelamento.
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Foto: Reprodução
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O crescimento da procura tem levado a uma expansão do mercado de reprodução assistida, apesar dos custos elevados e da limitada cobertura pelo sistema público ou por planos de saúde. Embora ainda não esteja acessível a todas as mulheres, o congelamento de óvulos representa uma oportunidade para muitas que desejam planejar a maternidade com mais flexibilidade frente às demandas profissionais, pessoais e sociais.