Estudo australiano mostra que, apesar de melhorar indicadores do sono, a quetiapina reduz o estado de alerta e piora o desempenho em testes de direção no dia seguinte
A melatonina, medicamento amplamente utilizado para tratar problemas de sono, passou a preocupar pesquisadores após um estudo apontar possíveis riscos associados ao seu uso prolongado. A descoberta reacendeu o debate sobre a segurança de substâncias utilizadas para combater a insônia e outros distúrbios do sono.
Segundo os pesquisadores, o uso prolongado do medicamento pode estar relacionado ao aumento de problemas de saúde, especialmente entre pessoas que utilizam a substância por longos períodos ou sem acompanhamento médico adequado.
Os especialistas ressaltam que os resultados não significam que os pacientes devam interromper o tratamento por conta própria. A recomendação é que qualquer mudança seja feita somente com orientação de profissionais de saúde, que poderão avaliar os benefícios e os possíveis riscos em cada caso.
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O estudo também reforça a importância de estratégias complementares para melhorar a qualidade do sono, como manter horários regulares para dormir, reduzir o uso de telas antes de deitar, evitar cafeína à noite e adotar hábitos saudáveis no dia a dia.

Foto: Reprodução
Pesquisadores destacam que medicamentos para dormir continuam sendo ferramentas importantes para muitos pacientes, mas defendem que seu uso seja monitorado para evitar efeitos indesejados e possíveis complicações a longo prazo.
Os autores do trabalho pedem novas pesquisas para aprofundar o entendimento sobre os impactos do medicamento e ajudar médicos a definir as melhores estratégias de tratamento para pessoas que sofrem com distúrbios do sono.
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O alerta surge em um momento de crescente preocupação com a saúde do sono, considerada um dos pilares fundamentais para o bem-estar físico e mental.