No Brasil, os impactos mais comuns do El Niño incluem mais chuvas no Sul, secas na Amazônia e no Nordeste e ondas de calor mais frequentes no Centro-Oeste e Sudeste
Meteorologistas estão monitorando com atenção o Pacífico equatorial após novas análises indicarem aumento na probabilidade de formação de um fenômeno El Niño mais intenso do que o normal nos próximos meses.
De acordo com previsões recentes de centros de monitoramento climático, há sinais de aquecimento mais rápido da superfície do oceano, o que pode favorecer o desenvolvimento de um evento forte ou até classificado como “super El Niño”.
O fenômeno El Niño ocorre quando há aquecimento anormal das águas do Pacífico tropical, alterando padrões de ventos e provocando mudanças no clima em diversas regiões do planeta. Essas alterações podem influenciar desde chuvas intensas e enchentes até secas severas e ondas de calor.
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Especialistas alertam que, caso o cenário se confirme, o impacto pode ser global, afetando agricultura, disponibilidade de água, risco de incêndios florestais e até a ocorrência de eventos extremos em diferentes continentes.
Embora ainda exista incerteza sobre a intensidade exata do fenômeno, o aumento da probabilidade de um evento forte já é considerado suficiente para reforçar o monitoramento internacional e a preparação de governos e setores econômicos.
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A confirmação ou não de um super El Niño deve ser mais precisa nos próximos boletins climáticos, conforme novos dados sobre temperatura do oceano forem analisados pelas agências meteorológicas.