Governador deixa cargo neste domingo (22/3) sem definir futuro político; cenário indefinido afeta aliados e pode redesenhar disputa em Minas
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, iniciou sua despedida do cargo ao confirmar a saída do comando do estado para se dedicar à disputa presidencial de 2026.
A renúncia ocorre dentro do prazo exigido pela legislação eleitoral, que determina o afastamento de chefes do Executivo meses antes do pleito. Zema deixou o cargo oficialmente em março, antecipando sua saída para intensificar a pré-campanha ao Palácio do Planalto.
Durante seus últimos compromissos como governador, ele adotou um tom de balanço da gestão, destacando avanços econômicos e medidas implementadas ao longo de seus anos à frente do estado. Em discursos recentes, afirmou que entrega Minas em situação melhor do que encontrou, embora reconheça que ainda há desafios a serem superados.
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Com a saída, quem assume o governo é o então vice, Mateus Simões, que passa a conduzir a administração estadual e deve dar continuidade ao projeto político iniciado pela atual gestão.
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A decisão de deixar o cargo faz parte da estratégia de Zema para ganhar projeção nacional e se consolidar como candidato à Presidência, em um cenário ainda em formação para as eleições de 2026.