A NeoLiv – Health Clinic chega para redefinir o conceito de endocrinologia, nutrologia e saúde premium na capital federal
“Por que emagrecer continua sendo um desafio, mesmo para quem acha que está fazendo tudo certo?” Essa dúvida, cada vez mais comum nos consultórios, revela uma realidade que vai muito além da estética: a obesidade é uma pandemia silenciosa do século XXI. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o número de pessoas com excesso de peso triplicou nas últimas quatro décadas. No Brasil, mais de 60% da população adulta está acima do peso.
Mas, se o problema é tão prevalente, por que ainda é tão difícil tratá-lo com eficácia? Para começar, é preciso desconstruir um mito: emagrecer não se resume a comer menos e se exercitar mais. “O emagrecimento envolve uma complexa interação entre fatores hormonais, genéticos, emocionais e metabólicos”, explica a endocrinologista dra. Stephanie.
Reconhecida hoje como uma doença crônica, a obesidade é influenciada por muito mais do que o que está no prato. Disfunções como hipotireoidismo, resistência à insulina, alterações hormonais, estresse crônico, distúrbios do sono e traumas emocionais impactam diretamente no controle do peso.
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“Muitas pessoas se culpam sem entender que há mecanismos no corpo que dificultam o emagrecimento. Com orientação adequada, é possível contornar essas barreiras”, afirma a médica.Medicamentos, riscos e modismos A busca por soluções rápidas fez disparar o uso de medicamentos como Ozempic e Mounjaro, originalmente indicados para diabetes tipo 2, agora utilizados para perda de peso.
Para a dra. Stephanie, a popularização desses fármacos se deve à eficácia comprovada na perda de peso e no controle do apetite. “Em alguns casos, os resultados são comparáveis aos da cirurgia bariátrica, sem a necessidade de intervenção invasiva. Mas, isso não significa que devam ser usados indiscriminadamente”, pondera.

Foto: Reprodução
As chamadas “dietas da moda” também entram na lista de vilões. Restritivas e insustentáveis, essas dietas comprometem o metabolismo, favorecem deficiências nutricionais e muitas vezes levam ao efeito sanfona. “O ideal é seguir um plano alimentar individualizado, baseado em evidências e dentro da realidade de cada paciente”, ressalta o nutrólogo dr. Felipe Xavier.
Outro ponto complicado por quem tenta emagrecer por conta própria é o foco exclusivo no número da balança. Isso porque ela não é capaz de distinguir gordura, músculo ou retenção de líquidos. Por isso, exames como a bioimpedância e a calorimetria indireta são ferramentas indispensáveis na avaliação clínica.
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A bioimpedância permite uma leitura segmentada da composição corporal enquanto a calorimetria mede com precisão o gasto calórico em repouso e identifica o combustível preferencial do corpo: gordura ou carboidrato. “Esses dados nos permitem montar estratégias nutricionais personalizadas e muito mais eficazes”, destaca o dr Felipe.
Fonte: Correio