Rica em antioxidantes, ela auxilia na proteção do fígado e no metabolismo das gorduras, mas especialistas alertam que não faz milagres
Uma das bebidas mais antigas do mundo tem chamado a atenção dos nutricionistas por seu potencial de ajudar na limpeza do fígado e na redução da gordura acumulada no órgão.
A explicação está nas catequinas, compostos antioxidantes presentes no chá verde que protegem as células hepáticas e contribuem para o metabolismo das gorduras.
A nutricionista Thaiz Brito explica que, apesar de o consumo regular ter benefícios, ele não deve ser visto como um tratamento. “Apesar de o chá verde apresentar efeitos benéficos, não podemos alegar que a planta irá tratar a doença”, diz.
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A especialista reforça que a esteatose hepática — acúmulo de gordura no fígado — está ligada a fatores como má alimentação, sedentarismo e consumo excessivo de álcool, e que o controle depende de mudanças de estilo de vida. A nutricionista Rayanne Marques complementa que a bebida se destaca pela ação anti-inflamatória e protetora.

Foto: Reprodução
O consumo deve ser moderado, pois o excesso de cafeína pode causar irritação gástrica e sobrecarregar o fígado. Pessoas com hipertensão, gastrite, ansiedade, arritmia ou doenças hepáticas graves precisam consultar um profissional antes de incluir a bebida na rotina. O consumo deve ser moderado, pois o excesso de cafeína pode causar irritação gástrica e sobrecarregar o fígado. Pessoas com hipertensão, gastrite, ansiedade, arritmia ou doenças hepáticas graves precisam consultar um profissional antes de incluir a bebida na rotina.
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O preparo correto é essencial para preservar os compostos antioxidantes e evitar o sabor amargo. Segundo Brito, a bebida pode ser um bom complemento dentro de um estilo de vida equilibrado, mas deve vir acompanhada de alimentação saudável e prática de exercícios.
Fonte: Metrópoles