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Saiba quem é a empresária de Manaus apontada como elo do tráfico no Distrito Federal
Foto: Reprodução

Mirian Viana entrou no radar da investigação a partir de movimentações bancárias consideradas discrepantes com a atividade declarada

O que parecia ser apenas mais um comércio comum no centro de Manaus acabou entrando na mira de uma investigação policial de grande porte. A loja “By Mirian Viana”, que atuava com venda de sandálias e presença ativa nas redes sociais, é suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico de drogas.

 

De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), a empresária Mirian Viana passou a ser investigada após a identificação de movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a atividade declarada do estabelecimento.

 

As apurações fazem parte da Operação Resina Oculta, que teve início após a apreensão de 47 quilos de haxixe em um apartamento vazio no Distrito Federal. Segundo os investigadores, valores provenientes de suspeitos ligados ao tráfico teriam sido direcionados à loja, levantando a suspeita de que o local era usado para dar aparência legal ao dinheiro ilícito.

 

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A investigação também aponta que a atuação da empresária não se limitava ao financeiro. Em dezembro do ano passado, Mirian foi presa na cidade de Rio Verde, em Goiás, durante uma ação policial. De acordo com a polícia, o veículo em que ela estava funcionava como “batedor”, monitorando possíveis fiscalizações, enquanto outro carro transportava quase 30 quilos de skunk.

 

Os ocupantes dos veículos teriam saído de Manaus com destino ao Distrito Federal, e a droga seria oriunda da região Norte do país.

 

Foto: Reprodução/Redes Sociais

 

Apesar de ter conseguido o direito de cumprir prisão domiciliar por decisão do Superior Tribunal de Justiça, a empresária voltou a ser alvo de prisão preventiva com o avanço das investigações.

 

As autoridades também identificaram um esquema mais amplo, envolvendo empresas em diferentes estados utilizadas para movimentar grandes quantias de dinheiro. Em um dos casos, um empresário teria movimentado cerca de R$ 30 milhões em apenas 45 dias por meio de dezenas de empresas.

 

Em Manaus, três mulheres ligadas a uma facção criminosa seriam responsáveis por um núcleo financeiro que recebia e redistribuía valores para dificultar o rastreamento.

 

Outro ponto que chamou atenção foi o uso de plataformas de apostas online como ferramenta para circulação e lavagem de dinheiro.

 

Ao todo, cerca de 50 empresas e 12 pessoas físicas tiveram contas bloqueadas pela Justiça, com valores que podem chegar a R$ 15 milhões cada, além do sequestro de veículos de luxo.

 

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A polícia segue investigando o caso para identificar todos os envolvidos e o alcance total do esquema criminoso. 

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