A decisão de Philippe Coutinho de deixar o Vasco da Gama antes do fim do contrato, previsto para junho, acendeu o alerta em São Januário — mas não mudou o rumo da comissão técnica.
Mesmo com a fase ruim e a pressão externa, a diretoria cruz-maltina concluiu, após análise interna, que o principal problema do time não é o desempenho coletivo, e sim a ineficiência técnica dos jogadores nas partidas decisivas. Com isso, o técnico Fernando Diniz segue prestigiado.
A avaliação interna é de que Diniz precisa de tempo para reorganizar a equipe, especialmente após perder Rayan e integrar reforços como Marino Hinestroza e Cuiabano, atletas que ainda passam por processo de adaptação.
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Apesar das críticas da torcida e da sequência negativa de resultados, a diretoria chegou a debater uma possível troca no comando. A ideia, porém, não avançou graças ao respaldo do elenco, que permanece fechado com o treinador.
O Vasco volta a campo neste domingo contra o Fluminense, no primeiro jogo da semifinal do Campeonato Carioca. Já no Campeonato Brasileiro, o cenário é preocupante: o clube ocupa a zona de rebaixamento e ainda não conquistou nenhuma vitória. O próximo compromisso será diante do Santos FC, no dia 26.
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Enquanto isso, a saída antecipada de Coutinho simboliza o momento turbulento vivido pelo clube, que tenta equilibrar reconstrução do elenco, confiança no treinador e cobrança por resultados imediatos.