Divulgação/MS
Um estudo recente identificou a presença de diversas substâncias químicas industriais no sangue de bebês poucas horas após o nascimento, acendendo um alerta sobre a exposição ainda durante a gestação.
A pesquisa indica que esses compostos chegam ao organismo dos recém-nascidos por meio da placenta, evidenciando que a contaminação ocorre antes mesmo do nascimento. Entre as substâncias detectadas estão químicos amplamente utilizados na indústria e em produtos do dia a dia, como plásticos, cosméticos e embalagens.
Segundo especialistas, muitos desses compostos fazem parte de uma classe conhecida por sua alta persistência no ambiente e no corpo humano, como os chamados PFAS, que podem levar anos para serem eliminados e estão associados a riscos à saúde.
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Estudos anteriores já haviam identificado mais de 100 substâncias químicas no sangue de gestantes e recém-nascidos, incluindo compostos desconhecidos ou pouco estudados, o que reforça a preocupação com a exposição generalizada.
Além disso, pesquisas recentes mostram que bebês podem estar expostos a dezenas de diferentes “químicos eternos” ainda no útero, ampliando a dimensão do problema e indicando que a contaminação é mais complexa do que se imaginava.
Os cientistas alertam que, embora nem todos os efeitos dessas substâncias sejam totalmente conhecidos, há evidências de associação com problemas hormonais, desenvolvimento infantil e doenças ao longo da vida.
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O tema reforça o debate sobre regulação de produtos químicos e a necessidade de maior controle sobre substâncias presentes no ambiente e em itens de consumo cotidiano.