Além dos cuidados com o próprio corpo, é preciso ter a atenção redobrada na higienização correta dos aparelhos
Ambientes fechados, com grande circulação de pessoas e compartilhamento de equipamentos, favorecem a transmissão de vírus, fungos e bactérias em academias, segundo especialistas. Entre as infecções mais frequentes estão micoses, verrugas, conjuntivite, infecções bacterianas de pele, herpes simples e doenças gastrointestinais. A prevenção depende principalmente de cuidados com higiene pessoal e limpeza dos aparelhos.
Micoses atingem a pele, unhas e couro cabeludo, especialmente em áreas úmidas como pés e dobras do corpo. Verrugas, causadas pelo HPV cutâneo, podem se espalhar por contato direto com superfícies ou pele contaminada, principalmente em pequenos cortes. Manter a pele seca, usar chinelos em áreas comuns, higienizar as mãos e evitar andar descalço são medidas essenciais para reduzir o risco.
A conjuntivite é transmitida pelo contato com mãos ou equipamentos contaminados. Evitar tocar os olhos durante o treino e reforçar a limpeza das mãos ajuda a prevenir a infecção. Infecções bacterianas de pele, como furúnculos e impetigo, estão associadas a bactérias presentes em superfícies e equipamentos, sendo importante cobrir feridas e limpar aparelhos antes e depois do uso.
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O herpes simples, transmitido por contato direto com lesões ativas, exige cuidado com o contato físico e a não utilização compartilhada de objetos pessoais. Doenças gastrointestinais, causadas por bactérias como salmonella e shigella, podem levar a diarreia e mal-estar e têm como principal forma de prevenção a lavagem frequente das mãos.
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Especialistas reforçam que medidas simples, como higienizar equipamentos, usar toalha própria, manter a vacinação em dia e evitar treinar quando estiver doente, reduzem significativamente o risco de contaminação. Apesar desses cuidados, a prática de atividade física continua sendo essencial para a saúde, desde que acompanhada de atenção básica à higiene.