Um levantamento da Serasa revelou que 42% dos brasileiros inadimplentes em 2026 já convivem com dívidas há mais de uma década, evidenciando a dificuldade de milhões de pessoas em regularizar a vida financeira.
Os dados mostram que uma parcela significativa da população permanece presa a débitos antigos, muitas vezes acumulados ao longo dos anos sem conseguir quitar ou renegociar os valores.
Segundo a pesquisa, esse cenário está ligado a fatores como desemprego, queda de renda e aumento do custo de vida, que dificultam a capacidade de pagamento das famílias. Além disso, o acúmulo de juros e encargos ao longo do tempo agrava ainda mais a situação dos devedores.
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Mesmo após anos, essas dívidas continuam impactando o acesso ao crédito. Consumidores negativados enfrentam dificuldades para conseguir empréstimos, financiamentos e até compras parceladas, o que limita a recuperação financeira.
Outro ponto destacado pelo levantamento é que muitos inadimplentes possuem mais de uma dívida ativa, o que torna ainda mais complexo o processo de negociação e quitação dos débitos.
Especialistas apontam que programas de renegociação, como feirões de desconto, podem ajudar a reduzir esse número, mas reforçam a importância da educação financeira para evitar o retorno ao endividamento.
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O estudo reforça um alerta: a inadimplência no Brasil não é apenas um problema momentâneo, mas sim uma condição que, para muitos, se prolonga por anos e exige soluções estruturais para ser enfrentada.