Adolescente de 13 anos, que estaria sendo preparada para assumir o poder em Pyongyang, pode encontrar em Kim Yo-jong, que tem grande apoio militar, uma forte e perigosa resistência
Especialistas em política internacional alertam que a transição de poder na Coreia do Norte, após o mandado de Kim Jong-un, pode não ocorrer de forma pacífica com possibilidade de conflitos internos entre membros da família pelo controle do regime, segundo análises recentes.
De acordo com fontes que acompanham o cenário político norte-coreano, a filha mais velha de Kim Jong-un, que vem ganhando destaque em eventos oficiais e aparições públicas, poderia vir a disputar influência com sua tia irmã de Kim Jong-il caso seja aberta uma disputa sucessória. Isso aponta para uma possível tensão dentro da elite política do país, que historicamente tem mantido a sucessão em linha direta.
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Analistas destacam que a estrutura altamente centralizada do poder na Coreia do Norte torna qualquer mudança de liderança um processo delicado, com lógica de decisões que podem envolver tanto estratégia política quanto laços familiares. Apesar de o regime raramente divulgar informações oficiais, o debate sobre a sucessão mobiliza atenção internacional pela sua importância geopolítica.
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