Exame consegue identificar mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, que aumentam em até 80% o risco da doença
O Sistema Único de Saúde (SUS) vai passar a oferecer teste genético para identificação de mutações associadas ao câncer de mama, em uma medida que deve ampliar o diagnóstico precoce e o tratamento personalizado da doença no Brasil.
A decisão foi oficializada por meio de portaria e prevê a incorporação do exame na rede pública em até 180 dias. O teste será voltado principalmente para identificar alterações nos genes BRCA1 e BRCA2, ligados ao aumento do risco hereditário de câncer de mama e também de ovário.
O exame já é utilizado na rede privada e pode custar valores altos, mas agora será disponibilizado gratuitamente pelo SUS para pacientes que se enquadrem nos critérios definidos pelo Ministério da Saúde.
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Segundo especialistas, a tecnologia permite não apenas avaliar o risco genético da paciente, como também orientar tratamentos mais modernos e precisos, além de indicar medidas preventivas para familiares que possam ter a mesma predisposição.
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A medida é vista como um avanço na chamada medicina de precisão dentro da rede pública, ampliando o acesso a exames que antes estavam restritos a clínicas particulares e centros especializados.