A ponderação entre políticos do PP, União Brasil e PL é que Tarcísio é muito ele , muito independente e tiraria poder do Centrão
Na política, nem sempre o que se vê a olho nu é o que realmente parece ser. Nome com maior potencial eleitoral para enfrentar Lula nas eleições de 2026, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é visto com desconfiança por partidos de centro-direita.
A coluna conversou reservadamente com caciques que hoje têm a estrutura necessária para viabilizar uma candidatura – tempo de TV e muito dinheiro do fundo eleitoral – e a ponderação é que Tarcísio é “muito ele”, muito independente.
Esse grupo o compara a Dilma Rousseff, que não se deixou tutelar pelo arco de alianças que a elegeu, nem mesmo pelo PT e acabou caindo. Um governo desarticulado e fraco como Lula III, interessa ao Centrão e à direita, que ocupa o espaço vazio dando as cartas na política.
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A subversão da ordem foi demonstrada há semanas com a recusa de um deputado do Centrão (grupo ideológico que se alimenta de cargos e emendas) em aceitar o Ministério das Comunicações – algo impensável até pouco tempo.
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A coluna apurou que a humilhação imposta ao governo foi um recado de Davi Alcolumbre (União Brasil) por uma tentativa da ministra Gleisi Hoffmann (Articulação Política) de tentar bypassar o todo-poderoso presidente do Congresso, apresentando a Lula um nome como se fosse de Alcolumbre.
Fonte: Revista Forum