Chuvas intensas provocam deslizamentos, alagamentos e colocam regiões em alerta máximo no Brasil
O início de maio de 2026 tem sido marcado por uma série de tragédias climáticas no Brasil. Fortes temporais que atingem o país desde o dia 1º já deixaram pelo menos 10 mortos e três pessoas desaparecidas, além de milhares de desabrigados. Os estados mais afetados são Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Sul, onde governos decretaram situação de emergência para enfrentar os danos provocados pelas chuvas intensas.
O cenário mais crítico é registrado em Pernambuco, especialmente na Região Metropolitana do Recife. O estado soma seis mortes confirmadas e ao menos 1.906 pessoas que perderam suas casas devido a deslizamentos de terra e alagamentos.
Na capital, Recife, episódios dramáticos marcaram o fim de semana. No bairro Dois Unidos, um desmoronamento atingiu uma residência e matou uma mulher de 24 anos e seu filho de 6. Uma bebê de um ano e meio chegou a ser resgatada com vida, mas não resistiu aos ferimentos. O pai da família sobreviveu e permanece hospitalizado.
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Em Olinda, outra tragédia foi registrada no bairro Passarinho, onde uma jovem de 20 anos e seu bebê de seis meses morreram após serem soterrados. Já em São Lourenço da Mata, um homem de 34 anos foi encontrado morto após desaparecer em meio às enchentes.
O impacto das chuvas se reflete no alto número de pessoas fora de casa. Recife lidera com 671 desabrigados, seguido por Olinda, com 170. A cidade de Goiana também enfrenta situação crítica, com 146 desabrigados e quase mil desalojados.
Outros municípios pernambucanos, como Timbaúba, Paulista, Igarassu, Camaragibe e Limoeiro, também registram famílias que precisaram deixar suas casas às pressas diante do avanço das águas e do risco de novos deslizamentos.
Na Paraíba e no Rio Grande do Sul, os temporais também causaram mortes e prejuízos materiais significativos. Em ambos os estados, equipes de resgate seguem mobilizadas para atender ocorrências e localizar desaparecidos.
As autoridades mantêm o alerta máximo, já que a previsão indica continuidade das chuvas nos próximos dias. A Defesa Civil orienta que moradores de áreas de risco, como encostas e regiões próximas a rios, deixem suas residências ao primeiro sinal de perigo.
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O momento é de luto pelas vítimas, mas também de mobilização intensa para evitar que o número de mortos aumente. Equipes de emergência seguem atuando em diversas frentes, enquanto governos locais tentam minimizar os impactos e prestar assistência às famílias atingidas.