Títulos atrelados à inflação, como os que vão vencer, continuam com taxas atraentes, dizem analistas. Papéis vinculados à Selic e prefixados são boas opções também a depender do objetivo
O vencimento dos títulos Tesouro IPCA+ 2026 coloca uma grande quantia de dinheiro de volta nas mãos dos investidores nesta segunda-feira (17). Cerca de R$ 258 bilhões em títulos públicos chegam ao vencimento, movimentando uma das maiores cifras já devolvidas pelo Tesouro em uma única data.
Para os investidores pessoa física, o pagamento representa aproximadamente R$ 13 bilhões. Os recursos são depositados diretamente na conta da instituição financeira utilizada pelo investidor, sem necessidade de solicitar o resgate.
Com o dinheiro disponível, surge a dúvida sobre onde reaplicar os recursos. Para quem busca proteção contra a inflação e tem objetivos de longo prazo, especialistas apontam os títulos do Tesouro IPCA+ com vencimentos mais distantes como uma das alternativas. Esses papéis oferecem uma taxa fixa acrescida da variação da inflação.
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Já quem pretende utilizar o dinheiro em um prazo menor pode optar por investimentos com maior liquidez, como o Tesouro Selic. Também existem alternativas de renda fixa oferecidas por bancos e corretoras, mas a escolha depende do prazo, do objetivo e do nível de risco que cada investidor está disposto a assumir.
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Um detalhe importante é que o dinheiro recebido pelo vencimento não é reaplicado automaticamente. Depois que os recursos forem creditados, o investidor precisa escolher onde pretende investir novamente. A recomendação é avaliar as condições do mercado e, principalmente, o objetivo para o qual o dinheiro será utilizado.