Estudo conduzido em diferentes regiões do Brasil mostrou que o rastreamento com o novo teste é mais eficaz
O novo teste molecular para detecção do HPV, que começará a substituir gradualmente o papanicolau no SUS, conseguiu identificar quase quatro vezes mais casos de infecção pelo vírus em comparação ao método tradicional.
Segundo especialistas, o exame utiliza tecnologia molecular para detectar diretamente a presença do HPV de alto risco, principal causador do câncer de colo do útero.
A mudança faz parte de uma estratégia do Ministério da Saúde para ampliar o rastreamento precoce da doença e aumentar a eficácia da prevenção no Brasil.
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De acordo com pesquisadores, o teste molecular apresenta maior sensibilidade e consegue identificar infecções antes mesmo do aparecimento de alterações celulares visíveis no papanicolau.
Além da precisão maior, o novo exame também permite aumentar o intervalo entre coletas quando o resultado é negativo, reduzindo desconforto para pacientes e custos do sistema de saúde.

Foto: Reprodução
Especialistas afirmam que a adoção do teste representa um avanço importante no combate ao câncer de colo do útero, considerado um dos tumores mais frequentes entre mulheres brasileiras.
O Ministério da Saúde informou que a implementação será gradual nas unidades do SUS e deverá priorizar inicialmente mulheres dentro da faixa etária recomendada para rastreamento.
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Médicos reforçam que a vacinação contra o HPV continua sendo uma das principais formas de prevenção da doença, junto ao diagnóstico precoce e acompanhamento ginecológico regular.