Veículos elétricos da Rivian em uma concessionária e centro de serviços em São Francisco, Califórnia
A Uber anunciou que vai investir até US$ 1,25 bilhão na Rivian para lançar uma frota de robotáxis autônomos nos Estados Unidos, Canadá e Europa nos próximos cinco anos. A primeira leva, 10 mil carros Rivian R2, vai rodar exclusivamente pelo aplicativo da Uber, começando por São Francisco e Miami em 2028.
O investimento inicial será de US$ 300 milhões, sujeito a aprovação regulatória, mas pode crescer conforme a tecnologia de autonomia avance. Além disso, a Uber pode negociar até mais 40 mil robotáxis a partir de 2030. Depois do anúncio, as ações da Rivian subiram 10% em Nova York, enquanto Tesla teve leve queda de 1%.
A parceria faz parte da estratégia da Uber de se posicionar como intermediária de robotáxis, conectando frotas autônomas à sua rede global de clientes, oferecendo suporte de infraestrutura e treinando profissionais para gerenciar os veículos localmente. A Rivian, por sua vez, reforça suas ambições de autonomia, equipando o R2 com 11 câmeras de alta definição, sensores de radar e chip próprio de condução a partir de 2027.
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Se todos os planos forem cumpridos, até 2031 haverá milhares de robotáxis sem motorista em 25 cidades, mostrando que a corrida por transporte autônomo está só começando. Enquanto isso, Tesla, Lucid e Stellantis também se preparam para não ficar para trás, criando um futuro que até ontem parecia coisa de filme, mas que logo pode ser só mais um aplicativo no celular.
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O projeto da Uber não é só sobre tecnologia, mas também sobre mudar a rotina das cidades. Imagine pegar um robotáxi que chega sozinho, dirige sozinho, e ainda te deixa na porta do destino sem você ter tocado no volante. Com isso, o trânsito, o estacionamento e até o conceito de posse de carro podem passar por uma revolução silenciosa e tudo controlado pelo seu celular. É como se a ficção científica tivesse finalmente feito check-in na vida real.