Especialistas explicam como a vacinação reduz o risco de infecções, hospitalizações e complicações após os 40 anos
A vacinação continua sendo uma das principais formas de prevenção de doenças mesmo na fase adulta, especialmente após os 40 anos. Para as mulheres, manter o calendário vacinal atualizado pode reduzir o risco de infecções, internações e complicações que podem afetar a qualidade de vida ao longo do envelhecimento.
Com o passar dos anos, o sistema imunológico passa por mudanças naturais e fica menos eficiente no combate a alguns vírus e bactérias. Esse processo, conhecido como imunossenescência, aumenta a vulnerabilidade a doenças como gripe, Covid-19, pneumonia e herpes-zóster.
Especialistas destacam que essa atenção deve ser ainda maior durante e após a menopausa, período em que também cresce a frequência de condições como diabetes e hipertensão. A vacinação, segundo médicos, faz parte de um conjunto de cuidados para garantir mais autonomia e um envelhecimento saudável.
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Entre os imunizantes que merecem atenção estão as vacinas contra influenza, Covid-19 e hepatite B, além dos reforços contra difteria, tétano e coqueluche, recomendados a cada dez anos. Conforme a idade e os fatores de risco, também podem ser indicadas vacinas contra herpes-zóster, pneumococo e vírus sincicial respiratório.
Médicas alertam que ainda existe a falsa ideia de que vacinas são importantes apenas na infância ou para pessoas com problemas de saúde. No entanto, adultos saudáveis também precisam manter a proteção em dia, já que algumas doenças podem causar consequências mais graves com o avanço da idade.
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Além de evitar complicações, a imunização ajuda a preservar a rotina, a independência e a qualidade de vida. Por isso, especialistas recomendam que mulheres acima dos 40 anos revisem regularmente a carteira de vacinação e busquem orientação profissional para saber quais doses precisam ser atualizadas.