Desde colocar o celular de lado até aprender a organizar melhor as informações, um pesquisador em neurociência explica como melhorar a sua memória
A memória humana vai muito além de “guardar informações”. Ela funciona em diferentes etapas e envolve várias regiões do cérebro, sendo essencial para o aprendizado, tomada de decisões e até para o dia a dia.
De forma geral, a memória é dividida em três fases. A primeira é a memória sensorial, que registra rapidamente estímulos como imagens, sons e cheiros por poucos instantes. Em seguida, entra a memória de trabalho, responsável por manter e manipular informações por um curto período — como quando fazemos contas de cabeça ou seguimos instruções. Por fim, a memória de longo prazo armazena informações de forma mais duradoura, incluindo lembranças, fatos e habilidades.
Apesar de eficiente, a memória de trabalho tem limites. Estudos indicam que conseguimos lidar com apenas uma pequena quantidade de informações ao mesmo tempo, o que pode impactar diretamente na forma como aprendemos.
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Mas a boa notícia é que existem estratégias simples que podem ajudar a melhorar tanto a memorização quanto o aprendizado. Confira:
1. AFASTE O CELULAR
Mesmo sem usar, o celular pode prejudicar a concentração. A simples presença do aparelho já consome parte da atenção. Deixá-lo longe durante tarefas importantes ajuda a liberar a mente.
2. CONTROLE A ANSIEDADE E O ESTRESSE
Pensamentos acelerados ocupam espaço mental. Técnicas de respiração, relaxamento ou mindfulness podem ajudar a melhorar o foco e, consequentemente, a memória.
3. USE A TÉCNICA DE AGRUPAMENTO
Dividir informações em blocos menores facilita a memorização. É o que fazemos ao separar números de telefone ou organizar conteúdos por temas.
4. PRATIQUE A RECUPERAÇÃO
Em vez de apenas reler, tente lembrar ativamente do conteúdo. Explicar em voz alta, fazer testes ou usar cartões de memória fortalece a retenção.
5. DÊ INTERVALOS AO CÉREBRO
Estudar por longos períodos sem pausa não é eficiente. Espaçar o aprendizado ao longo do tempo melhora significativamente a fixação das informações.
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Especialistas destacam que a memória não depende apenas de inteligência, mas também de estratégia. Pequenas mudanças na rotina podem fazer grande diferença na forma como aprendemos e retemos informações ao longo do tempo.