O momento em que a explosão aconteceu
Uma viatura da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) foi alvo de um ataque com explosivo na noite de quinta-feira (23), na Praça Serzedelo Corrêa, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro.
Imagens divulgadas pelo prefeito Eduardo Cavaliere mostram o momento em que um grupo se aproxima do veículo estacionado e, em seguida, um suspeito lança um coquetel molotov contra a viatura, provocando um incêndio.
Em publicação nas redes sociais, o prefeito afirmou que o ataque seria uma represália ao programa Tolerância Zero, iniciado no último dia 16 de julho em parceria entre a Prefeitura do Rio e o Governo do Estado para combater o comércio ilegal na orla da cidade.
Veja também

Anvisa suspende lotes de marca de ricota após irregularidades; veja o que se sabe
Lula sanciona lei que libera spray de pimenta para defesa pessoal de mulheres
Segundo Cavaliere, a operação vem desarticulando pontos de venda e distribuição clandestina de mercadorias, que, de acordo com a prefeitura, eram explorados por organizações criminosas por meio da cobrança de aluguéis, diárias e outras taxas de ambulantes.
"O programa Tolerância Zero vem recuperando espaços públicos que estavam sendo explorados de forma organizada e criminosa. As tentativas de represália são claras e agora chegaram ao ponto de usar explosivos contra agentes públicos", afirmou o prefeito.
Ainda de acordo com ele, imagens captadas pelas câmeras do sistema Civitas permitiram identificar o suspeito de lançar o artefato incendiário. As informações já foram repassadas às forças de segurança do Estado.
OPERAÇÃO APREENDEU NOVE TONELADAS DE MATERIAIS
O ataque ocorreu poucas horas após o início da segunda fase da operação Tolerância Zero em Copacabana.
Durante a ação, agentes interditaram dois depósitos clandestinos utilizados para armazenar mercadorias e equipamentos de ambulantes. Segundo a Seop, foram apreendidas cerca de nove toneladas de materiais e 55 quilos de alimentos impróprios para consumo.
A prefeitura estima que os produtos apreendidos poderiam gerar uma receita diária de aproximadamente R$ 8,8 mil para grupos ligados ao comércio ilegal.
POLÍCIA CIVIL INVESTIGA O CASO
Em nota, a Polícia Civil informou que solicitou imagens de câmeras de segurança para identificar todos os envolvidos e esclarecer as circunstâncias da ação criminosa. As investigações seguem em andamento.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
VEJA VÍDEO: