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Vigilante que matou garota de programa com tiro no rosto no bairro da Betânia afirma que agiu em legítima defesa: 'Eu não ia esperar que ela me matasse'
Foto: Divulgação

Vigilante disse que agiu em legítima defesa ao sair da DEHS para audiência de custódia na tarde desta quinta-feira

Na saída da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), no início da tarde desta quinta-feira, 29, o vigilante Emerson Vasconcelos de Araújo voltou a alegar legítima defesa da própria vida.

 

“Ela disse que só ia sossegar quando me matasse”, disse o autor do assassinato da garota de programa Alana Arruada Pereira, 25 anos de idade, que já alimentava uma rixa pessoal com Emerson, apesar de serem vizinhos.

 

O homicídio aconteceu no final da tarde da última quarta-feira, 28, na Rua da Paz, bairro da Betânia, onde o vigilante assassinou a garota de programa com um tiro no rosto.

 

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 Corpo de Alana foi removido na tarde da última quarta-feira

após ser assassinada pelo vigilante com tiro no rosto

  

Emerson Vasconcelos foi preso em flagrante delito, confessou o crime, foi levado para a DEHS, autuado nas formas da lei e, nesta quinta-feira, foi levado para audiência de custódia no Fórum Ministro Henoch da Silva Reis.

 

Na saída da Especializada, com forte escolta de policiais e diante de muitos repórteres, Emerson respondeu, balançando a cabeça, que estava arrependido, mas afirmou que matou Alana para não ser morto por ela.

 

“Eu não ia esperar que ela me matasse. Sou pai de família. Agi em legítima defesa”, afirmou o vigilante momentos antes de os policiais da DEHS fecharem a porta do xadrez da viatura.

 

 Vigilante foi levado, no início da tarde, para audiência

de custódia no Fórum Henoch Reis

 

A rixa pessoal entre o autor do crime e a vítima já perdurava há muito tempo, e foi confirmado que os dois travavam discussões e até trocas de agressões sempre que se encontravam nas ruas do bairro da Betânia.

 

Horas antes do desfecho fatal, Alana Arruda chegou ao ponto de ir à porta da casa do vigilante, acompanhada de dois homens armados, para ameaçá-lo de morte, mas foi ela quem acabou assassinada por Emerson.

 

 A rixa pessoal era antiga e acabou em morte

na tarde da última quarta-feira

 

Alana Arruda já tinha envolvimento com facção criminosa. Inclusive, o pai de sua filha, o traficante “Jonathan”, muito conhecido no bairro da Betânia, foi assassinado a tiros por inimigos no dia 31 de dezembro de 2025.

 

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A audiência de custódia de Emerson ocorre na tarde desta quinta-feira, e a Justiça é quem decide se a prisão em flagrante do vigilante será convertida em prisão preventiva ou se ele responderá ao processo em liberdade.

 

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