Trechos mais críticos da ligação entre as localidades de Assua e Mucuim
Quem precisa transitar pelas rodovias que ligam os municípios de Porto Velho (RO), Humaitá e Lábrea, além de Apui no Sul do Amazonas, pode não ter prazo para chegar ao destino desejado.
Por conta e risco das fortes chuvas que continuam desabando sobre a região, os trechos mais críticos dessas estradas federais mais que dobraram desde o início do inverno amazônico. Os piores deles, em todos os invernos, reapareceram com a formação de grandes lagos sobre as vias.
Relatos de passageiros e caminhoneiros de veículos longos (carretas e baús) dão conta de que os trechos mais críticos entre os municípios de Humaitá e Lábrea, na divisa com o município de Canutama, “estão entre as localidades dos rios Assuã e Mucuim”, antes e após o Restaurante da Dona Rosa, a 130 quilômetros da cidade de Lábrea.
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Desde o início do inverno deste ano, as chuvas nãod eram trégua aquém faz uso da BR-230 na ligação de Humaitá a Lábrea, obrigando usuários das linha intermunicipais e caminhoneiros a reclamarem da situação nos dois canteiros de obras da empresa responsável pela manutenção da rodovia.
Segundo relatos, na semana passada, dois ônibus quase tomaram num dos trechos mais críticos - e ainda não reparados - devido atoleiros no leito da estrada e as famosas “costelas de vaca”(buracos com água empoçada) nas laterais. Além da cheia dos rios e igarapés.
Sobre a responsabilização e conservação, principalmente, da BR-230 (Transamazônica, que começa na Ponta do Seixas, no estado da Paraíba e finda em Lábrea), moradores e usuários atribuem a culpa à falta de fiscalização atribuída a órgãos de controle, como o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes) e o Tribunal de Contas da União (TCU).
Segundo viajantes, denúncias nesse sentido já foram feitas pelo 0800 do DNIT e ao Tribunal de Contas da União (TCU). As tentativas foram para se vê se haveria providências cabíveis para essa situação que já se arrasta ao menos quatro décadas - e sem solução.
O panorama local é de medo e afronta pelo descaso ao longo da BR-230 (a emblemática Transamazônica construida no Regime Militar), aponta o caminhoneiro Regis Barbosa, 61, que transporta alimentos perecíveis advindos do Sul para os municípios amazonenses cobertos pelas BR-319 e BR-230.
Segundo ele, “a carga pode estragar parada num atoleiro”. Sobre a responsabilização dos prejuizos só recaem sobre a empresa e o governo nada sofre com o descaso das construtoras responsáveis pela pavimentação e conservação dessas vias federais, ele denunciou.
Com informações das empresas awue cobremn as linhas intermuncipais, “a situação mais agravada fica nos trechos ao longo dos rios Ipixuna, Assuã e Mucuim”. Nesses pontos, mesmo no verão, o que se ver “é a jogação de barro com material ralo pedrogoso na compactação”, menos cascalho ou pedra-brita.
A falta de fiscalização nos trabalhos de pavimentação e conservação ao longo das BR-319 e BR-230, a partir da ponte sobnre o Rio Madeira (na dupla divisa de Rondônia e o Amazonas), deveria ser denunciada pelas autoridades dos dois Estados, apontam comunitários distritais.
De acordo com pensamentos coletivos impressos tomados sobre o assunto, a população amazonense tem sido a mais prejudicada desde os anos 80. Nesse período, surgiu a informação que grupos políticos e empresas intermodais (transporte marítimo e fluvial) teriam sabotado (?) a BR-319, haja vista que o custo terrestre seria maior que o por via fluvial para sustentar seus interesses na região.
Mas essa informação nunca foi comprovada, totalmente, atestam lideranças dos dois lados da divisa entre os municípios de Lábrea e Canutama.
De outro modo, moradores da Vila do Ipixuna, a 45 quilômetros de Humaitá e das localidades do rios Assuã e Mucuim, da divisa os municípios de Lábrea e Canutama, revelaram,nesta segunda-feira (16/01), que, “comerciantes e políticos não teriam interesse na solução do problema”, em definitivo.
Lábrea e Canutama, na mesorregião do rio Purus, dependem do intenso fluxo de veículos e negócios com a vizinha Humaitá por meio das BRs 319 e 230 com as capitais Porto Velho (RO) e Manaus (AM). Com as situação da BR-230 do jeito que, “a coisa vai continuar feia para todos”, disseram fontes deste site de notícias.
E sem as rodovias em boas condições de trafegabilidade, a população local continuará refém de empresas e grupos políticos que sempre defenderam seus próprios interesses nessa parte do Estado. E acusaram ainda as lideranças consultadas, nesta segunda-feira (16/01), que “somos de opinião que o Governo Federal precisa intervir na situação”.
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A demora na correção definitiva de pontos críticos ao longo de todas as rodovias federais nessa parte do Estado do Amazonas, com a maioria dos serviços executados de forma paliativa, sem estudos ambientais ou topográficos profundos, à cada inverno rigoroso, “só favorecem o comércio varejista e atacadista de alimentos, da construção civil pesada, áereo e fluvial, além dos interesses de grupos políticos ccontrários a construção da ponte sobre rio Mucuim, no lado amazonense dos municípios de Lábrea e divisa com a vizinha Canutama,a dmitem lideranças locais.
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