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Adolescente vai parar na UTI após consumir ''Purple Drank'' e delegada faz alerta: ''Pode matar''. VEJA VÍDEO
Foto: Reprodução

Um adolescente de 15 anos precisou ser internado em estado grave após consumir uma mistura conhecida como “Purple Drank”, substância que tem ganhado popularidade entre jovens por meio de desafios e vídeos compartilhados nas redes sociais. O caso aconteceu em uma escola particular de Fortaleza, no Ceará, e acendeu um alerta entre autoridades e especialistas.

 

Segundo informações divulgadas pelas autoridades, o estudante ingeriu uma combinação de bebida alcoólica com medicamentos de efeito sedativo durante o intervalo das aulas. Pouco tempo depois, começou a apresentar sintomas graves, como confusão mental, fala desconexa, perda de equilíbrio, sonolência intensa, tremores e vômitos, sendo levado às pressas para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

 

Diante da repercussão do caso, a delegada Aline Lopes utilizou as redes sociais para alertar pais e responsáveis sobre os riscos da substância, também conhecida como “Lean”. Segundo ela, a mistura reúne álcool, xaropes e medicamentos que atuam diretamente no sistema nervoso central, podendo provocar consequências extremamente graves.

 

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As autoridades explicam que o chamado Purple Drank é associado ao consumo recreativo e pode conter substâncias como codeína, anti-histamínicos e outros medicamentos misturados a bebidas açucaradas. Especialistas alertam que a combinação pode causar perda de consciência, insuficiência respiratória, parada cardiorrespiratória e até morte.

 

Outro fator que aumentou a preocupação das autoridades foi o fato de a substância ter sido consumida dentro do ambiente escolar. De acordo com as informações iniciais, a mistura teria sido oferecida ao adolescente por outro estudante durante o horário de intervalo.

 

A orientação dos especialistas é para que pais e responsáveis conversem com os filhos sobre os perigos de desafios virais e do consumo de medicamentos sem prescrição médica. Também é recomendado acompanhar a atividade dos adolescentes nas redes sociais, onde conteúdos relacionados à prática vêm sendo compartilhados com frequência.

 

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O caso segue repercutindo e servindo de alerta para escolas e famílias em todo o país. Autoridades reforçam que qualquer conteúdo que incentive o consumo da substância deve ser denunciado às plataformas digitais para evitar que mais jovens sejam expostos ao risco. 

 

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