Levantamento do ICMBio mostra que mais 184 espécies entraram na lista de ameaçadas desde 2022; nove já são consideradas extintas no país
O número de animais ameaçados de extinção no Brasil aumentou e já se aproxima de 800 espécies. O alerta envolve diferentes grupos da fauna brasileira, desde tartarugas até aves como o mutum, e chama atenção para os impactos sofridos pela biodiversidade.
O avanço da destruição de habitats, o desmatamento, a caça, a pesca predatória e outras ações humanas estão entre os principais fatores que colocam espécies brasileiras em risco. Em diferentes regiões do país, animais que antes eram encontrados com maior facilidade passaram a enfrentar condições cada vez mais difíceis para sobreviver.
Entre as espécies ameaçadas estão animais conhecidos da população e importantes para o equilíbrio dos ecossistemas. A situação das tartarugas e de aves como os mutuns mostra que o problema atinge tanto espécies terrestres quanto aquelas que dependem de rios, florestas e outros ambientes naturais.
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Especialistas alertam que a perda de uma espécie não representa apenas o desaparecimento de um animal. Cada espécie exerce uma função dentro da natureza, participando da dispersão de sementes, da cadeia alimentar e da manutenção dos ecossistemas. Quando uma delas desaparece, todo esse equilíbrio pode ser afetado.
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O crescimento da lista de animais ameaçados reforça a necessidade de ações de proteção e preservação da fauna brasileira. O Brasil abriga uma das maiores biodiversidades do planeta, mas enfrenta o desafio de conciliar atividades humanas com a conservação dos ambientes naturais e das espécies que dependem deles.