A farmacêutica Phesgo, que fabrica o medicamento, comunicou à Anvisa ter identificado unidades falsas em um lote
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de lotes falsificados do medicamento Phesgo, usado no tratamento de câncer de mama, e da toxina botulínica Dysport. As medidas foram publicadas nesta segunda-feira (21) e têm efeito imediato.
No caso do Phesgo, a medida atinge o lote B5011B05, com fabricação registrada em junho de 2025. A fabricante Roche comunicou à Anvisa ter identificado unidades falsificadas desse lote, utilizado no tratamento de pacientes com câncer de mama HER2-positivo.
Também foram proibidas a venda e a distribuição dos lotes P08191, P08192 e P22368 do Dysport 500 U. A fabricante Beaufour Ipsen informou que não reconhece a origem desses produtos, que apresentavam prazos de validade indicados para 2029.
Veja também

Hipotermia e hipertermia: mudanças bruscas de temperatura podem causar danos graves
Vacinas podem trazer benefícios além da proteção contra infecções, apontam estudos
A Anvisa já havia determinado, em agosto, a apreensão de outro lote falsificado do Dysport 500 U. Na ocasião, a empresa responsável pelo registro informou que o lote P22686 nunca havia sido importado por ela e que características da embalagem eram incompatíveis com o produto original.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
As determinações têm caráter preventivo e buscam impedir que medicamentos de origem desconhecida ou falsificados continuem circulando no país. A agência orienta que produtos suspeitos não sejam utilizados e que irregularidades sejam comunicadas aos canais oficiais de vigilância sanitária.