Produto estético teve lotes falsificados identificados no mercado, por isso teve a venda, o uso e a divulgação proibidos pela Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e uso de versões falsificadas do Sculptra, bioestimulador de colágeno utilizado em procedimentos estéticos. A decisão foi publicada nesta terça-feira (25), no Diário Oficial da União.
A medida foi tomada após a Galderma Brasil, fabricante e detentora do registro do produto, comunicar à Anvisa a identificação de unidades que apresentavam características diferentes das versões originais. Entre os indícios de falsificação estão diferenças na embalagem e nos códigos de lote.
Um dos principais sinais apontados é a cor da embalagem. O Sculptra original é comercializado em caixa na cor magenta, enquanto as unidades consideradas irregulares foram encontradas em embalagens brancas. A agência também identificou outras divergências nas características do produto.
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O Sculptra é um produto injetável à base de ácido poli-L-láctico, utilizado como bioestimulador de colágeno em tratamentos estéticos. Por se tratar de um produto aplicado diretamente no organismo, o uso de versões falsificadas pode representar riscos à saúde.
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A Anvisa orienta que produtos com suspeita de falsificação não sejam utilizados. A recomendação é adquirir o Sculptra somente por meio de canais regularizados e verificar a procedência do produto antes de qualquer procedimento.