Instituição divulgou relatório de gestão do PIX, ferramenta de transferência de recursos em tempo real da autoridade monetária. BC não fez referência à padronização de regras para o chamado PIX parcelado, mas quer evoluir em um alerta contra golpes
O Banco Central (BC) trabalha no desenvolvimento de novas funcionalidades para o Pix, incluindo a possibilidade de utilização do sistema em operações internacionais e como mecanismo de garantia em operações de crédito. As mudanças fazem parte da evolução do meio de pagamento, que já se tornou uma das principais ferramentas financeiras utilizadas pelos brasileiros.
Uma das propostas em discussão envolve o chamado Pix internacional, que poderá facilitar operações de pagamentos entre diferentes países. A ideia é ampliar o alcance do sistema brasileiro e permitir novas formas de movimentação financeira em transações que ultrapassem as fronteiras nacionais.
O Banco Central também avalia formas de utilizar o Pix como garantia para operações de crédito. A medida poderia permitir que movimentações e recursos relacionados ao sistema fossem aproveitados em determinadas operações financeiras, criando novas possibilidades para consumidores e empresas.
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Outro ponto que entrou no radar do BC é o uso indevido do campo de mensagens existente nas transferências. A ferramenta, criada para permitir que o usuário inclua informações na transação, vem sendo utilizada em algumas situações para inserir conteúdos que não têm relação com o pagamento.
A preocupação da autoridade monetária é evitar que o recurso seja usado de maneira inadequada, inclusive para finalidades que possam prejudicar a segurança do sistema. O BC discute alternativas para aperfeiçoar o funcionamento do Pix sem comprometer a praticidade que tornou o sistema popular.
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As novas propostas ainda estão em fase de discussão e desenvolvimento. O Banco Central deve avaliar os impactos e definir regras antes de colocar eventuais mudanças em funcionamento.