Evento realizado na Câmara dos Deputados reuniu parlamentares e representantes da FEBRACA, Mars e ONGs dedicadas à proteção animal
A captação de recursos é um dos principais transtornos enfrentados pelas Organizações Não-Governamentais (ONGs) brasileiras dedicadas à proteção animal. A maioria depende de doações para cobrir despesas básicas e recorrentes, como: alimentação, produtos de limpeza e tratamentos veterinários.
No cenário brasileiro atual, 30,2 milhões de cães e gatos vivem em situação de abandono, representando 25% da população total desses animais. O dado é do “Índice de Abandono Animal”, estudo realizado pela Mars. Mas, embora exista um avanço considerável nos últimos anos pela causa animal, o problema exige uma ação mais ampla.
Por isso, a Federação Brasileira da Causa Animal (FEBRACA), criada com o objetivo de fortalecer, conectar e apoiar institucionalmente as organizações de proteção animal no Brasil, propôs a implementação de um mecanismo que aporte recursos em projetos de proteção animal com base no Imposto de Renda (IR).
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“Essas leis, que chamo de fortalecimento institucional de ONGs de proteção animal, não visam só ajudar uma ONG. São projetos reais que causam impacto positivo na sociedade”, diz Cadu Pinotti, fundador da FEBRACA, que há 13 anos atua no setor como empreendedor voluntário.
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Ele enfatiza que a proteção animal não é apenas “sobre os animais, mas uma questão de saúde e segurança pública, bem-estar e até turismo”, reforça.
Fonte: Metrópoles