Texto retornará ao Senado por conta de mudanças feitas pelos deputados em artigo polêmico
A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou na madrugada desta sexta-feira (20 de fevereiro de 2026) o projeto de reforma trabalhista proposto pelo presidente Javier Milei, em uma vitória legislativa considerada central para a agenda econômica do governo. A votação terminou com 135 votos a favor e 115 contra.
A sessão foi marcada por um clima tenso no Congresso e manifestações de rua, incluindo uma greve geral convocada pela principal central sindical do país, a CGT, que paralisou transportes e serviços públicos e gerou protestos nas proximidades da Casa Legislativa.
O texto aprovado sofreu modificações durante o debate dos deputados, o que fez com que ele seja enviado de volta ao Senado para a votação final antes de se tornar lei.
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O governo de Milei argumenta que a reforma parte de um pacote de mudanças de orientação liberal moderniza as regras trabalhistas do país, incentivando a criação de empregos formais, reduzindo a informalidade e diminuindo a burocracia, segundo declaração oficial publicada nas redes sociais.
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Entretanto, sindicatos e partidos de oposição criticam a medida, afirmando que ela diminui proteções históricas dos trabalhadores, amplia a jornada de trabalho e limita direitos como o de greve. As mobilizações sindicais e protestos refletem o cenário de forte oposição à reforma, que ainda passará por votação no Senado argentino antes de seguir para a sanção presidencial.