A Receita Federal registrou uma apreensão recorde de canetas emagrecedoras irregulares no Brasil nos primeiros meses de 2026. Somente entre janeiro e fevereiro, mais de 25 mil unidades foram confiscadas em diferentes pontos do país.
Os produtos, avaliados em cerca de R$ 10 milhões, foram interceptados principalmente em aeroportos e centros de distribuição, além de fronteiras terrestres. Grande parte das cargas vinha do exterior, especialmente do Paraguai, e entrava de forma ilegal no território nacional.
Segundo as autoridades, muitas dessas canetas contêm substâncias usadas em medicamentos para diabetes e emagrecimento, mas sem registro ou autorização para venda no Brasil. Isso aumenta o risco para a saúde de quem utiliza os produtos sem acompanhamento médico.
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O crescimento das apreensões chama atenção. Em 2024, foram cerca de 2,7 mil unidades apreendidas. Já em 2025, o número saltou para mais de 32 mil. Agora, em apenas dois meses de 2026, o volume já ultrapassa 25 mil, indicando uma expansão acelerada desse mercado ilegal.
Operações recentes também identificaram a presença de substâncias ainda em fase de estudo, sem aprovação de agências reguladoras, sendo comercializadas de forma clandestina. A prática envolve desde vendas em redes sociais até distribuição em clínicas e academias.
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Autoridades alertam que, além de ilegal, o uso dessas canetas pode causar efeitos graves, já que não há garantia sobre procedência, composição ou armazenamento dos produtos. O caso reforça a preocupação com a popularização de métodos rápidos de emagrecimento sem controle sanitário.