No Brasil, a identificação de casos em São Paulo, São Bernardo do Campo e Guarulhos levou o Ministério da Saúde a recomendar a revacinação de toda a população de 6 meses a 59 anos de idade
A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) fez um alerta diante do avanço do sarampo nas Américas. Até a semana epidemiológica 28 de 2026, encerrada em 18 de julho, a região havia registrado 47.459 casos confirmados da doença em 16 países, segundo dados divulgados pela entidade.
O cenário preocupa as autoridades de saúde porque o número de infecções já representa o maior registrado nas Américas em mais de duas décadas. O avanço ocorre principalmente em países onde a cobertura vacinal caiu ou permanece abaixo do nível necessário para impedir a circulação do vírus.
Diante do aumento dos casos, a OPAS recomendou que os países reforcem a vacinação, a vigilância epidemiológica e a capacidade de identificar e responder rapidamente a novos surtos. A organização também destacou a importância de manter altas taxas de imunização para evitar que o sarampo volte a se espalhar de forma sustentada.
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O alerta também repercute no Brasil, que vem intensificando as ações de vacinação. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 7,2 milhões de doses da vacina tríplice viral já foram distribuídas aos estados e municípios em 2026, enquanto cerca de 2,9 milhões de doses já foram aplicadas.
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O sarampo é uma doença altamente contagiosa e pode provocar complicações graves, principalmente em crianças pequenas. Com o aumento da circulação do vírus no continente, as autoridades reforçam que a vacinação continua sendo a principal forma de proteção e de prevenção contra novos surtos.