Fenômeno pode alterar chuvas e temperaturas no Brasil, mas especialistas afirmam que ainda é cedo para prever impactos extremos com precisão
Meteorologistas internacionais aumentaram para mais de 90% a probabilidade de formação de um novo fenômeno El Niño nos próximos meses, acendendo alerta para possíveis impactos climáticos em várias regiões do planeta.
Segundo especialistas, o aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico já apresenta sinais consistentes e pode provocar mudanças significativas no clima durante 2026.
O fenômeno costuma influenciar diretamente temperaturas, chuvas e períodos de seca em diversos países, incluindo o Brasil. Entre os possíveis efeitos estão ondas de calor mais intensas, estiagens prolongadas e alterações no regime de chuvas.
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No território brasileiro, meteorologistas apontam que o El Niño pode provocar aumento das chuvas na Região Sul e períodos mais secos em áreas do Norte e Nordeste, além de favorecer temperaturas acima da média em diferentes estados.
Especialistas também alertam que eventos extremos ligados ao clima vêm se tornando mais frequentes nos últimos anos, aumentando a preocupação com enchentes, queimadas e impactos na agricultura.
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A confirmação oficial do fenômeno deve ocorrer nos próximos meses, conforme o avanço das análises climáticas e do monitoramento das temperaturas no Oceano Pacífico.