Ministra se reunira com indígenas das aldeias dos rios Ituxi, Assuntos, Pacia, Catitu, Médio Purus e região.
A ministra dos Povos Indígenas. Sônia Guajajara, tem viagem prevista para os próximos dias 14 e 15 ao município de Lábrea, a cerca de três mil quilômetros de Brasília (DF), quando cumprirá agenda específica sobre os territórios indígenas e questões de melhorias da infraestrutura das aldeias e a presença do Governo na região do Purus.
Segundo agenda extraoficial, a ministra vai participar de encontros abertos com as lideranças indígenas que habitam a mesorregião amazonense do Purus e, provavelmente, com estenderá a pauta para atender povos originários aldeados e não aldeados do município de Humaitá.
- Ela deixará a cidade de Lábrea após cumprir toda a agenda, na manhã de terça-feira, 15, informaram interlocutores da Coordenadoria da Funai.
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O local, conforme informações, os eventos serão realizados na sede da Vila Olímpica da cidade de Lábrea, durante o dia. E deve mobilizar um grande aparato de segurança (principalmente de policiais federais por conta da existência de conflitos oriundos de disputa de territórios).
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Na pauta principal, Sônia Guajajara, de acordo com informações, vai tratar de questões inerentes às demandas dos Povos que habitam os municípios do Médio Purus e seus afluentes e, especificamente, de Pauini, Canutama, Lábrea e Tapauá, áreas de abrangências do Ministério dos Povos Indígenas.
Esta é a primeira vez que a ministra Sônia Guajajara vira a um município do Purus pelo lado amazonense. Ela tem ido com mais frequência em Estados com logística compatível com os destinos interligados, ou seja, “em áreas onde as populações se concentram com mais mobilidade”, disse fonte de uma Comissão Técnica Local (CLT) da Funai no interior.
Palco do encontro promovido pelo Ministério de Sônia Guajajara, a Vila Olímpica da cidade de Lábrea, vai receber lideranças dos povos Apurinã, Camadeni, Banawá, Paumari, Karipuna, Jamamadi, Pirhaãn, Baré, Tenharin e outros além de autoridades locais e da região.
Numa agenda à parte, segundo administrador de grupos em plataformas digitais lotado na Secretaria De Saúde Indígena (SESAI), a ministra pode ir de helicóptero à Base de Proteção Etnoambiental Mamoriá, (BAPE), local em que um indígena Hi-Merimã, conhecido também como Marimã ou Merimã, apareceu na comunidade ribeirinha de Bela Rosa, localizada entre os municípios de Pauini e Lábrea.
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Os indivíduos dessa etnia recém contactada pelo extraordinário do Grupo Técnico de Localização de Povos Indígenas Isolados (GTLII) da Funai avaliou a situação com a participação da Sesai e o Ministério dos Povos Indígenas (MPI). À época, o Grupo Técnico de Localização de Povos Indígenas Isolados (GTLII), também esteve na mesma região. Uma fonte do Conselho Indigenista Missionáwrio (CIMI), na cidade de Lábrea, revelou que “são povos indígenas situados no Brasil que vivem isolados na Amazônia, mas que o passado estive em contato com a civilização Ocidental, e no ano 1943 foram estimados em 1 000 pessoas.

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