No último domingo, 4 de janeiro, pacientes que buscaram atendimento no Hospital Adventista de Manaus enfrentaram mais um episódio de descaso e desorganização, agravando denúncias já feitas anteriormente sobre a precariedade do serviço prestado aos pacientes. Cabe ressaltar que o Hispital Adventista de Manaus é privado, e se diz o melhor da capital.
Além da demora excessiva no atendimento, provocada pela presença de apenas dois atendentes na recepção — situação já denunciada pelo PORTAL DO ZACARIAS —, a situação tornou-se ainda mais grave na Sala de Medicação. No local, havia somente uma enfermeira responsável por medicar todos os pacientes encaminhados, muitos deles visivelmente passando mal.
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Pacientes denunciam demora e falta de prioridade no atendimento do Hospital Adventista de Manaus

Sala de Medicação
Relatos apontam que pacientes precisaram aguardar por longos períodos para receber medicação, não por falta de estrutura física, mas por escassez de profissionais em serviço. A sobrecarga da única enfermeira presente tornava impossível um atendimento ágil e seguro, colocando em risco a saúde de quem precisava de cuidados imediatos.
O cenário de negligência tornou-se ainda mais revoltante diante de um contraste explícito: no Posto de Enfermagem II, localizado ao lado da Sala de Medicação, seis enfermeiras conversavam animadamente, enquanto pacientes aguardavam atendimento essencial.
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A situação levanta questionamentos sérios sobre a gestão de pessoal, a priorização do atendimento aos pacientes e o compromisso da unidade hospitalar com a assistência humanizada, especialmente em um domingo, quando a demanda costuma ser elevada.

Casos como esse reforçam a necessidade de fiscalização rigorosa por parte dos órgãos competentes e de respostas claras da direção do Hospital Adventista de Manaus, que precisa explicar por que havia profissionais ociosos em um setor enquanto outro operava em condição crítica.
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