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Em clima guerra, garimpeiros voltam a atacar Forças de Segurança Federal para manter garimpos ilegais funcionando ao longo do vale do Rio Madeira em Rondônia e Amazonas. VEJA VÍDEOS
Foto: Reprodução

Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - Em represália à repressão dentro dos garimpos ilegais ao longo do Rio Madeira, transformaram, nesta segunda-feira (15), o centro da cidade de Humaitá, a 702 quilômetros da Capital Manaus, em praça de guerra.

 

Em grupos enfrentaram as forças de segurança usando pedaços de paus, pedras e lança-rojões em direção a agentes da Polícia Federal, ICMBIO, Ibama e Força Nacional de Segurança que reagiram lançando bomba de gás e bala de borracha. Os policiais, ICMBio e Ibama, estão combatendo os garimpos ilegais ao longo do Rio Madeira por ordem Ministério do Ministério Público Federal (MPF-AM). Na operação, os agentes estão destruindo grupos geradores, balsas e dragas usadas ilegalmente nas atividades garimpeiras já interditas pela Justiça Federal.

 

A nova rebelião começou após os agentes federais incendiarem balsas e dragas fora de operação apoitadas (atracadas) às margens do rio Madeira. Outras embarcações, usadas como apoio aos garimpos da região, também, foram incendiadas depois de içadas e levadas para longe das marinas localizadas na Avenida Beira Rio, em frente à cidade, área portuária administrada pelas Hidrovias da Amazônia.

 

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Desde o ano passado, as forças de segurança cumprem ordem da Justiça Federal - que acatou pedido do Ministério Público Federal (MPF-AM) - para apreender e destruir balsas, dragas e embarcações usadas por garimpeiros nos garimpos ilegais localizados a partir do Vilarejo Belmond, na Zona Oeste da cidade de Porto Velho (RO), conhecida por abrigar equipamentos e comercializar combustíveis e mercúrio para a queima do ouro do Vale do Rio Madeira, na divisa com o Amazonas.

 

E na manhã de hoje garimpeiros se concentraram no centro da cidade e na Avenida Beira-Rio, conhecida como a “via do Turismo” e em grupos espalhados partiram para o confronto com as forças de segurança, mais uma vez em oito anos, desde que em 2017, quando atearam fogo nos prédios do ICMBio e do Ibama.

 

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